quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Tempo-espaço

passa o tempo
sem que eu saiba
se há espaço
em que eu caiba

Se sou disforme
e não encaixo
talvez contorne
ou vá por baixo

Alma perdida
e sem rumo
talvez decida
sumir no fumo
Se sou fraco
e incapaz
Talvez Baco
Me dê a paz

É passado o tempo
de saber
Se há espaço
pr'eu viver

5 comentários:

Lu Oliveira disse...

Poema interessante. Legal teu blog. Obrigada pela visita...
Ah... a gravidez ocorreu nas primeiras relações sim... rsrs
Cheirinhos...

Lu Oliveira

Johnnatan disse...

Uma pitada de esperança num nilismo, captei assim.
Gostei, de verdade.

Johnnatan disse...

Uma pitada de esperança num nilismo, captei assim.
Gostei, de verdade.

lena casas novas disse...

Ei, reclamão!Por gostar de poesias. Vai entrar para o rOL DOS MEUS PUPILOS.abs

Sandra Freitas disse...

Mão

vim te visitar.
Teu blog está fantástico!
Este poema bateu fundo. Quisera eu tê-lo escrito.

beijão

San