sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Letrário de Portugal


a editora Letrário, de Portugal, editou meu conto O rio Senegal. ficou muito legal. conheçam.


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- hum... fiquei pensando... tb já sai no Andar 21 da Espanha, com uns poemas. Isso me faz internacional. hehehe. legal.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

conto Quero morrer nos seus braços

escrevi o conto Quero morrer nos seus braços, baseado na música Nos braços da vampira do Zumbis do Espaço . tb mandei pra mojobooks.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

LGE

contratos assinados, desejos cumpridos.
a editora que lançará meu livro e o do BDE será a LGE, do antônio navarro. estou plenamente satisfeito!
em breve, nas melhores livrarias.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

do povo escolhido por deus (?)

esse povo judeu
sionista
nada aprendeu
na época nazista?

fica nessa história
usura, terra, glória.
-“ morte ao fariseu,
pois o mundo é meu.”

isto é racismo
que justifica o frio
anti-semitismo
no mundo gentio

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

cabelos bagunçados

há um redemoinho na minha cabeça
de cabelos e pensamentos
que se rebelam contra mim mesmo.
desta revolução contraditória
saio sempre derrotado
como esses cabelos bagunçados.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

prêmio literário Valdeck Almeida de Jesus

oba. entrei na antologia Valdeck Almeida de Jesus de 2008. a anterior foi feríssima, até lançada na bienal de são paulo.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

fazendo algo pelo mundo

fiquei sensibilizado: alguém disse que gostava daqueles que, mesmo utopicamente, tentavam lutar pelo mundo.
bem, então taí, duas paradas que eu participo:

Poetas del Mundo, que estão com se manifestando por todo o planeta contra a invasão judia na faixa de gaza,

e


Avaaz, que tem um abaixo-assinado internacional contra este massacre.


- é pouco, mas é o que dá para fazer!
participem, filiem-se!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Sobre todas essas coisas


Sobre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.


--- Leia aqui.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

livro Mão Branca de Giovani Iemini

já estou em contato com editoras. o Ronaldo Cagiano fez o prefácio, o Sérgio de Sá tá escrevendo a contracapa. o vavá tá fazendo as capas, que serão parecidas com as de baixo. que acham?


Sobre andar pela cidade, coceira e incongruência

Gosto de andar pela cidade

As coisas têm* mudado rápido. Carros já são estorvos em grandes cidades. Eu, que sempre preferi duas rodas (a bicicleta; a moto e, no futuro, a cadeira de rodas), descobri a terapia da trilha urbana.
Tenho perambulado para todos os cantos. Desisti do carro no dia-a-dia. Fico livre da preocupação com estacionamento, roubo, batida, furto de som, arranhão de flanelinha mafioso e outra infinidade de chateações, tudo pelo status de andar de carro (que, sintaxicamente, já é uma incongruência. Ou anda, ou roda no carro). A autonomia proporcionada pelo automóvel é ilusória, o motorista fica preso ao veículo.
Vi que sou um caminhante. Adoro andar. Tenho relaxado pelo aprazível boulevard W3 ao entardecer, de volta ao lar, enquanto aprecio o esplendoroso dégradé das árvores e a arquitetura do céu. Chega de trânsito.

---- leia o resto aqui.
--- ou na revista Nós Fora dos Eixos

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Sarau da Câmara

ontem fui ao sarau (!) do desafio de literatura. o coral da unb tocou umas peças e foi bem legal. o klotz ficou com o 3º lugar geral. meus contos não ganharam nada e o apresentador ainda errou meu nome. no fim, havia só um dedinho de vinho nos poucos copos servidos aos participantes. fui embora com sede.

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saiu o resultado do FAC 2008: fui indeferido, mas não esmoreci, vou impugnar um recurso. até chamei um advogado: meu pai.

domingo, 16 de novembro de 2008

antologia poética e pão e poesia


já contei que tô na antologia poética Valdeck Almeida de Jesus Nº 3 com a poesia Epitáfio? o livro é bacana, os autores são bem interessantes. A Me Morte tb tá lá. O mais legal, mesmo, é participar. valeu Valdeck.







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já mostrei os sacos de pão do projeto PÃO E POESIA do poeta mineiro Diovvani Mendonça? é muito legal! poesia em qualquer lugar. tô lá com pedrada na testa.

que tal repetirmos em brasília essa idéia? ótima iniciativa, Diovvani (quase xará).

terça-feira, 11 de novembro de 2008

"literatura brasileira presta desserviço à leitura"

há, finalmente apareceu um macho nessa terra dominada por comadres literárias. o professor Felipe Pena, autor de "o analfabeto que passou no vestibular" (7 letras), fez uma crítica ácida no jornal O Globo ao que os doutores em letras chamam de literatura: "Os autores não estão preocupados com os leitores, mas apenas com a satisfação da vaidade intelectual. Escrevem para si mesmos e para um ínfimo público letrado, baseando as narrativas em jogos de linguagem que têm como único objetivo demonstrar uma suposta genialidade literária. Acreditam que são a reencarnação de James Joyce e fazem parte de uma estirpe iluminada. Por isso, consideram um desrespeito ao próprio currículo elaborar enredos ágeis, escritos com simplicidade e fluência. E depois reclamam que não são lidos. Não são lidos porque são chatos, herméticos e bestas. "
- hehehe, acaba com eles!

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como previ (pois vejo que sou pior escritor que desejava), meu conto O boné do meu pai não foi aprovado no concurso de crônicas astra. então tá.

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no post anterior, levantei meu incômodo com a forma de julgamento do BBB dos escritores de brasília (não estou desprestigiando o desafio, Marco, a alusão ao programa televisivo foi comentário do escritor Cristiano Deveras de goiânia e achei bem divertido). obviamente cada pessoa tem direito à opinião que desejar, contudo, a proposta era avaliar os escritores segundo os mais amplos critérios. não foi o que aconteceu, pois TODOS os jurados mostraram predileção pela prosa poética, pela alusão inspirada em detrimento do divertimento na leitura. Artur Adolfo e Washington Dourado, autores que prezam a história além da linguagem, tb foram eliminados de maneira desequilibrada, pois seus textos não mastigam os sentimentos. como a proposta era avaliar os diferentes tipos de textos, achei injusto o menosprezo por autores mais despretensiosos (e por isso muito mais interessantes - opinião minha).
em tempo: não estou cuspindo no prato que comi. pelo contrário, sempre me manifesto quando acho que as coisas podem melhorar.
o desafio dos escritores do núcleo de literatura da câmara, por conta disso, ficou bem parcial. na verdade, ficou parecido com todos os concursos que buscam os tais novos james joyces da literatura, esquecendo que para formar um gênio é preciso centenas de ordinários. como há esse DESSERVIÇO à leitura no brasil, que menospreza o simples prazer do texto, creio que não houve equilíbrio no desafio.

quem sabe no ano que vem eu aprenda a escrever, seja menos ácido, não escreva palavrões e ainda aprenda a fazer poesia. ai, sim, vou competir de igual para igual.