domingo, 22 de abril de 2007

domingão do mão

"Registrando"
Ontem no blog do Bar do Escritor com Sobre física quântica, força e qualquer deus.
Hoje no Livro Aberto com a poesia Pedrada na testa e tb em Apoenicos com uma crônica.

Ah, já recebi um dinheirinho do esquema da Chave Dourada. Vou publicar meu livro assim. hehehe.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Chave Dourada - chance de grana fácil

Oi, amiguinhos,
conheci um sistema para ganhar dinheiro que é jóia. É um daqueles esquemas de pirâmide com o diferencial que este DÁ CERTO. Tudo é controlado pelo site www.chavedourada.com.br. O pagamento é efetuado através do Banco do Brasil (ou seja, para participar tem que ter uma conta - É ISSO QUE FAZ FUNCIONAR).
Quem me mandou já recuperou o investimento inicial de R$ 7,00, sendo apenas R$ 1,00 para cada um dos 7 membros da lista. A progressão geométrica para calcular o potencial de ganho antes de sair da lista é milionária!
Participem. O trem é bão!
Começou agora em março, então estamos nas cabeças!

Entrem em
www.chavedourada.com.br/Passo1.asp?Chave=ABPOKT
Podem confiar. Não é vírus nem treta.

Vamos ganhar uma graninha para investir em cultura. Eu, por
exemplo, publicarei meu livro quando conseguir uns trocados.

sábado, 14 de abril de 2007

O êxtase das garrafas vazias

No mundo encantado, todos os objetos são vivos, com sentimentos, prazeres e deveres. Nem todos se movem, mas todos interagem.
As garrafas são um espécime curioso. Nascem peladinhas, são vestidas por um beija-flor, cheias por néctar divino, por fim tampadas para lacrar o nascimento. Está pronta a garrafa.
A vida da garrafa é longa, quanto mais velha mais interessante, porém algumas perdem o frescor. O melhor é sempre conhecê-las em sua melhor época.
A garrafa é um ser indefinido, sem muitas pretensões na existência. Ela tem apenas um objetivo na vida que, por fim, acaba tornando-se o seu prazer, seu hobby, o motivo de sua existência e de sua morte. A garrafa quer uma única coisa: ser bebida.
Ela sente o prazer da penetração quando o saca-rolha se enfia forçosamente entre suas cortiças e arranca o cabaço da tampa como um herói ao refastelar-se com sua amada. E goza languidamente quando é sorvida até o fim, a última gota aguardada ansiosamente, o líquido mágico que eleva ao padrão transcendente, estelar, sem preocupações mundanas, apreciador das artes e filosofias, quanto mais estrambótica e inútil, melhor, até o tremelique final, o ponto alto do amor na relação entre a garrafa bebida e o ébrio satisfeito, encerrado pelo desmaio de bruços nas mesas dos bares e nas esquinas de imundos bordéis. O paraíso para uma garrafa.
Contudo, algumas tem que se resguardar por sua preciosidade, outras pela raridade, muitas somente pelo preço, sempre valorizando o prazer em ser bebida e a vontade de ser paparicada antes e durante o procedimento. Seu fim é seu êxtase, o encontro com sua paz, seu nirvana.
O dever do homem é beber a garrafa para cumprir o destino. Só assim o ciclo energético do objeto, no caso a garrafa, será cumprido e ela poderá unir-se ao todo.
Empreender o dever obrigatório humano, bebendo, sempre, e muito, para finalizar o maior número de garrafas e, assim, elevá-las à Força, é participar do complicado vetor de energias cósmicas que nos faz uno com o universo. Tão simples, tão bom.
- Tão tonto eu fico quando participo do êxtase das garrafas vazias.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

natureza

A natureza
tão bela
flor roxa
azul e amarela
que coisa singela

mas se piso nela
ou jogo pela janela
Querela!

a esses mosquitos
insito
Citronela.

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Novas: a revista Malagueta nº 2 já tá no ar. Lá, O porteiro Gabriel e as velhas do condomínio.

A partir deste domingo estarei no blog Livro Aberto ao lado de Lunna Guedes, Rodrigo Capella e outras feras.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Estréia no blog Apoenicos

Extraordinariamente hoje, em Apoenicos, faço minha estréia com a crônica Sobre anarquia, super homem e orgasmos. Meu dia é o 07 (e tb o 22), mas estarei no meio do mato e lá não tem interNerd para fuçar. Bem, tb acho que deveria ter um acento em apoenico, mas é tupi-guarani e significa "quem vê longe". Como minha visão é limitada, contenho-me!

terça-feira, 3 de abril de 2007

MP Haickel lança Cinza da Solidão

Meu chapa, o poeta e escritor M.P.Haickel lançará "Cinza da Solidão" amanhã, dia 04/04, às 19h no Restaurante Carpe Diem, na 104 Sul, na Capital da República. O autor é formado em Letras pela Universidade Federal do Maranhão, escrevia folhetins para os jornais da capital maranhense, entre eles destacam-se "O Funcionário", novela literária que chegou à 4ª edição e "O Amor de Mariano", selecionado para Mostra Literária Nacional Carlos Drumond de Andrade, realizada pela UNE, em 2003. O livro que contou com o apoio do FAC (Fundo de Apoio à Cultura), é mais um lançamento de sucesso da Thesaurus Editora de Brasília.

- Estarei lá. À paisana e oculto pelo breu noturno, é claro

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Estive lá, peguei meu exemplar assinado e vou me deliciar com ele nesse feriado na chapada dos veadeiros. logo a resenha.

domingo, 1 de abril de 2007

Thivich: me revelaram!

Foi o próprio Sério Sá do Correio Brazilientese, que me dedou:

"Mão Branca


É o próprio Mão Branca quem esclarece sua identidade, questionada há três colunas. “Meu nome é Giovani Iemini, 35 anos, desempregado, formado em história pela UnB, fazedor de um monte de coisas mas nenhuma delas dá dinheiro. Fui professor, bancário, vendedor, técnico em informação, pesquisador e servidor público. Agora apenas um vagabundo.” Ele participou da coletânea Todas as gerações — O conto brasiliense contemporâneo. Seu site é (www.maobranca.hpg.ig.com.br)."
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O engraçado é que ele errou o endereço do sítio. Hehehe. Mas lá tem uma mapa.
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Nova crônica da série
Sou Brasileiro e Não Me Orgulho Nunca no Bar do Escritor. Outras nas Crônicas do sítio A literatura obscura de Mão Branca.

sexta-feira, 30 de março de 2007

A Terra da Poesia

Nos meus sonhos mais loucos
lá, profundo
a poesia tem seu mundo
do herói venerável
ao imundo
onde o duvidoso é tão
certo
que confundo
os lados da moeda
luz e sombra
desejo e desatino

Patino na navalha
um fio fino
mas viajo, errante
com livres asas
de menino

quinta-feira, 29 de março de 2007

terça-feira, 27 de março de 2007

Germinado e selvagem corsário

Oba. Tô lá no Germina Literatura. Do suplemento Poucos vai para uma página pessoal. É bem prazeroso pois apareço ao lado de Mirisola, Maiakóvski, Marçal Aquino e Marcelino Freire. Eita, pompa!

Tb no PoesiaSavage.org, en las Avenidas de Nada de El Cadero, junto con otros poetas en castelaño, por la Avenida 20 estoy yo, pero escribo en portugues.. No lo sé la lingua espanhola. hehehe.

A revista Corsário publicou Alma Nobre, mas retirou a dedicatória aos poetas Marcos Caldas e Willian Butler Yeats. Io ho ho e uma garrafa de rum...
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Rynaldo Papoy criou o FCFT e me convidou para participar. Uepa. Ficção científica, fantasia e terror é comigo mesmo!

segunda-feira, 26 de março de 2007

AvC - Aventura Cotidiana

A dupla de rapazes, não muito aguerridos, conversava no corredor do supermercado. Passei com meu carrinho olhando os produtos de limpeza.

- Olha. – Sibilou um.

- Hum. – Gemeu o outro. – Esse ai deve ser uma delícia.

Fingi que não era comigo. De longe, olhei de soslaio. Percebi que debatiam sobre o papel higiênico, qual o mais adequado aos sensíveis popôs.

Fiquei quase deprimido. Não se referiam como delícia a mim e sim a algum papel de bunda bem suave. Ou áspero, sei lá, vai entender!?

Leia o resto na íntegra.

quarta-feira, 21 de março de 2007

Ebook DOIS DIAS DEPOIS

Lancei o ebook Dois Dias Depois no Blog Bar do Escritor. Será um inesperado sucesso ou um inexpressivo fracasso?
Sei lá. Só sei que acho a palavra fracasso mais bonita que sucesso. Tô mais acostumado com ela.

E mais:
o site Culture Vulture, uma ORG que tem um interessante projeto de artes visuais, publicou a poesia A mais violenta guerra. Ficou bacana.
O parceiro Cesar do Boteco do Ribeiro colocou uma chamada para o ebook e publicou a poesia Xará Demônio. Valeu.

sábado, 17 de março de 2007

No Pensar do Correio Braziliense

Eita, minha obscuridade está sendo abalada. Sérgio de Sá, do suplemento Pensar do Correio Braziliense, publicou uma nota na coluna L2 deste sábado cinzento:

"QUEM É?
Vale dar uma olhada na “literatura obscura” de Mão Branca, o pseudônimo de “um escritor que mora em Brasília, tem mais de 30 anos, conhece profundamente a perversidade humana e tenta de todas as maneiras ver-se livre das amarras da própria limitação”. Ele gosta de Charles Bukowski e de Wander Wildner e “vive tomando umas nos bares da cidade sempre à paisana”. Na internet, pode ser encontrado em www.maobranca.xpg.com.br
No próximo dia 21, o autor lançará o e-book Dois dias depois, no Ezine Bar do Escritor (www.bardoescritor.blogspot.com). Os contos de Mão Branca, ágeis e depravados, são melhores que os poemas, que deixam mais à vista as limitações (para concordar com o próprio autor) no trabalho com a forma, nem sempre alcançando o efeito desejado. Na narrativa curta, Mão Branca tem boas sacadas sobre a banalidade do cotidiano na cidade."

Duas coisas boas: a nota foi no caderno literário, dedicado a escritores. Eu mesmo leio tudo como quem dichava o embrulhado. E, tb, preservou meu ALTER-EGO. Vai que minha mãe descobre isso aqui (hehehe)?!

sexta-feira, 16 de março de 2007

Último brado do guerreiro

Estou velho e acabado
a próstata implodiu
o cu caiu
e o pau faliu

Corpo inútil e quebrado
sobra a memória
a história
Que merda inglória!

Da Força fui guerreiro
se hoje ando rasteiro
suplico
um combate derradeiro

Não quero ser arrastado
pro banheiro