quinta-feira, 31 de maio de 2007

5 melhores discos de rock de Brasília

Respondi à uma enquete do Tupanzine na lista da Cult22 sobre os 5 melhores discos da história do Rock de Brasília. Ai está:
1. Legião Urbana - Dois - lp
poético, inspirado e cheio de hits. lá está musica urbana 2, a melhor.
2. Raimundos - Raimundos - cd
forte, venial, puro rock. puteiro em joão pessoa é energia viva.
3. Capital Inicial - Capital Inicial - lp
a mais groove das bandas punks. punk? bem, era. veraneio vascaína era proibida na época e a gente escutava na garagem dos vizinhos. o disco era raro.
4. Câmbio Negro - Sub raça - lp
rap melódico, com os scraxs do Jamaica, um soco no estômago. "sô negão careca da ceilândia mesmo e dai?...
5. Slug - Maxisingle - cd demo
o metallica de brasília, os melhores músicos no rock. Waiting to die é de arrebentar.

qual o pior(só 1)
Plebe Rude - O concreto já rachou - lp
músicas datadas, vocal horroroso do felipe (bestão) seabra e falta total de criatividade. mofou.


quarta-feira, 23 de maio de 2007

Roberto Carlos em detalhes no ebook.

Dá-lhe anarquia!
Robertão vetou na inJustiça brasileira sua biografia. Esqueceram de avisar pro chatonildo que o mundo mudou e não existe mais a ditadura que dava suporte para sua música cretina e norte-americanizada. A interNerd revolucionou a sociedade.
Baixem aqui o ebook proibidão Roberto Carlos Em Detalhes de Paulo Cesar de Araújo.

De quebra, se quiserem baixar os MEUS ebooks de poesia e crônica, lá vai:
O corredor de portas trancadas - poesia;
Um dia Charles Bukowski - poesia;
Mortos que andam - poesia;
Dois dias depois - poesia;
Sou brasileiro e não me orgulho nunca - crônicas e
Contos de Mão Branca - contos (em breve).

Todos os ebooks estão no 4shared. Basta acessar o link, esperar " Loading file info. Please wait... Don't like waiting?" se transformar na URL do download.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Felácio

O bimotor passou num rasante sobre o pasto. O piloto sentiu um frio na barriga, o prazer do risco. Estava com 58 anos, rico, casado, com filhos e netos. Ficou de saco cheio e resolveu esvaziá-lo curtindo seus prazeres mais secretos. A aviação era um deles.
- Tá gostando? - Perguntou Guilherme, do banco do co-piloto.
- Sim... - Fechou levemente os olhos. A sensação de voar se confundia com o prazer de estar ali, livre, fazendo o que gostava, finalmente sentindo-se autêntico.
Um solavanco. Abriu os olhos. Havia batido no topo de uma moita de bambu. O avião descontrolado ia se esborrachar no chão. Avistou uma estrada e embicou para lá.
Ainda teve a presença de espírito de tirar a boca do amante de seu pau antes de invadir a pista e espatifar a aeronave no asfalto. Seria humilhante se descobrissem que o acidente foi causado por um boquete aéreo.
***
Mariângela viu, de longe, o avião trombar com a moita de bambu. Apertou-se contra o banco do carro depois de conferir o cinto de segurança. Notou que o motorista não percebera a queda iminente.
O barulho e a bagunça causada pela queda do bimotor na pista contrária assustou o piloto. A carona, traiçoeiramente, gritou desesperada e puxou o volante. O carro desgovernou-se e trombou de frente contra o portão de uma casa.
Recobrando-se ligeira, Mariângela conferiu no pescoço do motorista se havia pulsação. Ele batera a cabeça violentamente no volante. Aquela foi a última vez que deu carona a desconhecidas.
Ela baixou a calça do sujeito e ali mesmo abocanhou o bilau. Sugou com força enquanto massageava o saco. Punhetou o pau uns segundos e de repente: porra. O morto gozou! A mulher engoliu tudo murmurando um cântico gótico. Seria a melhor de suas bruxarias, a mais potente.
- O néctar masculino de um morto recente! - Anunciou, imaginando se aquelas gotinhas de esperma realmente lhe dariam uma voz magicamente sedutora.
***
Ele levantou-se da cama coçando a bunda. A esposa viu a cena e imaginou por que se casara. Quando ele se virou e ela notou que ele ainda acordava excitado todos os dias mesmo aos 41 anos, lembrou-se do motivo.
- Você dormiu armado ou tá feliz em acordar ao meu lado? - gemeu, lânguida.
- É apenas tesão de mijo, esposa tarada! - Ele ria.
- Veremos. - Ela puxou a intumescência da cueca para si, descobriu o presente e aqueceu o falo do amado na boca suave e molhada. Deu umas lambidelas, umedeceu o membro e iniciou um trabalho violento. Sugou e masturbou com vontade. Enfiava até a garganta, depois voltava e chupava a cabeça enquanto massageava a base.
O marido, satisfeito, tinha ímpetos de prazer quase doloridos. Parecia que talvez virasse ao avesso através do pau.
- Ai, querida. - Afagou os cabelos da amada. - Assim você me mata! - Olhou o relógio. - Eu já devia estar saindo pro trabalho no portão de casa.
Um estrondo. Ela mordiscou de susto. Foram para a frente da casa enrolados no lençol. Um carro havia se estourado contra o portão.

domingo, 13 de maio de 2007

Ebook Sou Brasileiro e Não Me Orgulho Nunca

Hoje é dia das mães, domingo, 13 de maio. Em homenagem a elas lancei no blog Livro Aberto o ebook Sou Brasileiro e Não Me Orgulho Nunca, uma coletânea de 13 crônicas (12 originais + 1 bônus) escritas de 2004 a dezembro de 2006 que tratam da VERGONHA de ser brasileiro, um filho espúrio desta nação vadia que não nos acolhe carinhosamente.

Os textos são narrativos e mostram o cotidiano de vários nativos desta terra ingrata em suas sofridas peregrinações no dia-a-dia inútil rumo à desesperança dum futuro melhor. A ironia unida à acidez nos conceitos destróem os pilares das estruturas corruptas e oligárquicas nacionais. A visão anárquica e ateia se unem às incertezas do cidadão, mostrando o sentimento principal deste livro: a desilusão com a pátria.

O ebook está em PDF, com 145 kbps e 20 páginas (A4). Divirtam-se. Ou não.

"Download alternativo do ebook"

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Mão Branca na Barata

Já tá lá, n'A Barata, a coluna Crônicas de Mão branca, estreando com Sobre anarquia, ... e figurando ao lado de feras como Márcio Baraldi, criador do Roko-Loko, Everi Carrara do Telescópio Negro, Belvedere Bruno do Baú da Belvedere, Rodrigo Capella (parceiro no Manufatura) que é poeta consagrado, Raymundo Silveira, Silas Corrêa Leite e Tchello d' Barros, para falar de escritores, além dos roqueiros e sexólatras, já que o lema do site é SEXO, BARATAS E ROQUENROU (YEAHH)..
O site é administrado por Luiz Carlos Cichetto, um anarquista fan de Bukowski, Augusto dos Anjos e do bom e velho ROCK. Certamente um sujeito bacana, pois tem muito em comum comigo (hehehe).

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Segunda é dia de ressaca

"registrando"

Hoje, no Apoenicos, com o conto A ressaca do Maconheiro.
Ontem, no Livro Aberto, com o conto Os petiscos de Felipe.
Dia 01 de maio, no Bar do Escritor, com a poesia Profissão.

Logo no ótimo site A Barata (liberdade de expressão e expressão de liberdade) com a coluna Crônicas de Mão Branca. Aguardem.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Quinta dos infernos

"Registrando
Ontem no blog Manufatura publiquei Suei da série Contos de fodas.
Hoje, na Garganta da Serpente, com o conto A arca de Manoel.
Amanhã, bem, nem sei se estarei vivo.

domingo, 22 de abril de 2007

domingão do mão

"Registrando"
Ontem no blog do Bar do Escritor com Sobre física quântica, força e qualquer deus.
Hoje no Livro Aberto com a poesia Pedrada na testa e tb em Apoenicos com uma crônica.

Ah, já recebi um dinheirinho do esquema da Chave Dourada. Vou publicar meu livro assim. hehehe.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Chave Dourada - chance de grana fácil

Oi, amiguinhos,
conheci um sistema para ganhar dinheiro que é jóia. É um daqueles esquemas de pirâmide com o diferencial que este DÁ CERTO. Tudo é controlado pelo site www.chavedourada.com.br. O pagamento é efetuado através do Banco do Brasil (ou seja, para participar tem que ter uma conta - É ISSO QUE FAZ FUNCIONAR).
Quem me mandou já recuperou o investimento inicial de R$ 7,00, sendo apenas R$ 1,00 para cada um dos 7 membros da lista. A progressão geométrica para calcular o potencial de ganho antes de sair da lista é milionária!
Participem. O trem é bão!
Começou agora em março, então estamos nas cabeças!

Entrem em
www.chavedourada.com.br/Passo1.asp?Chave=ABPOKT
Podem confiar. Não é vírus nem treta.

Vamos ganhar uma graninha para investir em cultura. Eu, por
exemplo, publicarei meu livro quando conseguir uns trocados.

sábado, 14 de abril de 2007

O êxtase das garrafas vazias

No mundo encantado, todos os objetos são vivos, com sentimentos, prazeres e deveres. Nem todos se movem, mas todos interagem.
As garrafas são um espécime curioso. Nascem peladinhas, são vestidas por um beija-flor, cheias por néctar divino, por fim tampadas para lacrar o nascimento. Está pronta a garrafa.
A vida da garrafa é longa, quanto mais velha mais interessante, porém algumas perdem o frescor. O melhor é sempre conhecê-las em sua melhor época.
A garrafa é um ser indefinido, sem muitas pretensões na existência. Ela tem apenas um objetivo na vida que, por fim, acaba tornando-se o seu prazer, seu hobby, o motivo de sua existência e de sua morte. A garrafa quer uma única coisa: ser bebida.
Ela sente o prazer da penetração quando o saca-rolha se enfia forçosamente entre suas cortiças e arranca o cabaço da tampa como um herói ao refastelar-se com sua amada. E goza languidamente quando é sorvida até o fim, a última gota aguardada ansiosamente, o líquido mágico que eleva ao padrão transcendente, estelar, sem preocupações mundanas, apreciador das artes e filosofias, quanto mais estrambótica e inútil, melhor, até o tremelique final, o ponto alto do amor na relação entre a garrafa bebida e o ébrio satisfeito, encerrado pelo desmaio de bruços nas mesas dos bares e nas esquinas de imundos bordéis. O paraíso para uma garrafa.
Contudo, algumas tem que se resguardar por sua preciosidade, outras pela raridade, muitas somente pelo preço, sempre valorizando o prazer em ser bebida e a vontade de ser paparicada antes e durante o procedimento. Seu fim é seu êxtase, o encontro com sua paz, seu nirvana.
O dever do homem é beber a garrafa para cumprir o destino. Só assim o ciclo energético do objeto, no caso a garrafa, será cumprido e ela poderá unir-se ao todo.
Empreender o dever obrigatório humano, bebendo, sempre, e muito, para finalizar o maior número de garrafas e, assim, elevá-las à Força, é participar do complicado vetor de energias cósmicas que nos faz uno com o universo. Tão simples, tão bom.
- Tão tonto eu fico quando participo do êxtase das garrafas vazias.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

natureza

A natureza
tão bela
flor roxa
azul e amarela
que coisa singela

mas se piso nela
ou jogo pela janela
Querela!

a esses mosquitos
insito
Citronela.

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Novas: a revista Malagueta nº 2 já tá no ar. Lá, O porteiro Gabriel e as velhas do condomínio.

A partir deste domingo estarei no blog Livro Aberto ao lado de Lunna Guedes, Rodrigo Capella e outras feras.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Estréia no blog Apoenicos

Extraordinariamente hoje, em Apoenicos, faço minha estréia com a crônica Sobre anarquia, super homem e orgasmos. Meu dia é o 07 (e tb o 22), mas estarei no meio do mato e lá não tem interNerd para fuçar. Bem, tb acho que deveria ter um acento em apoenico, mas é tupi-guarani e significa "quem vê longe". Como minha visão é limitada, contenho-me!

terça-feira, 3 de abril de 2007

MP Haickel lança Cinza da Solidão

Meu chapa, o poeta e escritor M.P.Haickel lançará "Cinza da Solidão" amanhã, dia 04/04, às 19h no Restaurante Carpe Diem, na 104 Sul, na Capital da República. O autor é formado em Letras pela Universidade Federal do Maranhão, escrevia folhetins para os jornais da capital maranhense, entre eles destacam-se "O Funcionário", novela literária que chegou à 4ª edição e "O Amor de Mariano", selecionado para Mostra Literária Nacional Carlos Drumond de Andrade, realizada pela UNE, em 2003. O livro que contou com o apoio do FAC (Fundo de Apoio à Cultura), é mais um lançamento de sucesso da Thesaurus Editora de Brasília.

- Estarei lá. À paisana e oculto pelo breu noturno, é claro

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Estive lá, peguei meu exemplar assinado e vou me deliciar com ele nesse feriado na chapada dos veadeiros. logo a resenha.

domingo, 1 de abril de 2007

Thivich: me revelaram!

Foi o próprio Sério Sá do Correio Brazilientese, que me dedou:

"Mão Branca


É o próprio Mão Branca quem esclarece sua identidade, questionada há três colunas. “Meu nome é Giovani Iemini, 35 anos, desempregado, formado em história pela UnB, fazedor de um monte de coisas mas nenhuma delas dá dinheiro. Fui professor, bancário, vendedor, técnico em informação, pesquisador e servidor público. Agora apenas um vagabundo.” Ele participou da coletânea Todas as gerações — O conto brasiliense contemporâneo. Seu site é (www.maobranca.hpg.ig.com.br)."
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O engraçado é que ele errou o endereço do sítio. Hehehe. Mas lá tem uma mapa.
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Nova crônica da série
Sou Brasileiro e Não Me Orgulho Nunca no Bar do Escritor. Outras nas Crônicas do sítio A literatura obscura de Mão Branca.